quarta-feira, 2 de março de 2016

Vamos falar de Cibercultura?


 Antes de falar dela, assista esse pequeno vídeo...

https://www.youtube.com/watch?v=fzHKUWyouo0


Então...
Conseguiu entender ao que se refere?

A cibercultura trata-se da troca social feita também através do uso das novas tecnologias

Interconexão

No advento da cibercultura a peça fundamento paratudo funcionar são os meios tecnológicos juntamente com seus usuários frenéticos se comunicando a todo segundo com todo tipo de informação.
Toda essa rede de pessoas e dispositivos fazem a interconexão realidade e cada um utiliza da forma que lhe é mais conveniente.
Um exemplo atual hoje é o Whatsapp onde todos estão conectados e compartilhando informações, mídias e etc.

Comunidades Virtuais

Sim, é isso mesmo!
Várias pessoas com interesses em comum sobre determinado assunto se agrupam em um determinado local no ciber espaço e ali trocam informações, idéias, discutem sobre os assuntos que lhes são convenientes.
Um exemplo de comunidade virtual são os grupos do FaceBook onde ali existem diversos usuários que compartilham do mesmo interesse e trocam ideias em tempo real.

Inteligência Coletiva

Um dos conceitos mais importantes abordados por Pierre Levy é a noção de inteligência coletiva, que tem que ser aumentada com a transparência dos dados, com o colaborativismo e com o pensamento crítico diante dos algoritmos (avaliar as fontes de informação que recebemos, cruzar dados, colocar as coisas dentro do contexto). A construção do conhecimento é realmente ligada a inteligência coletiva pois a partir de cada um pode-se conseguir algo grandioso e útil para ser utilizado por todos.
Um exemplo prático na minha concepção é o uso do Waze onde a partir da localização, informação e condição do usuário logado outros usuários podem mudar suas rotas para evitar congestionamentos.

Cultura Digital e Educação

A cultura digital e educação quer se constituir num diálogo ativo na busca por mudanças de paradigma na educação. A ideia é apoior no compartilhamento de experiências que exploram, demonstram e analisam as possibilidades criativas da integração das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) aos currículos escolares.
Em outras palavras, utilizar os meios tecnológicos para ensinar na sala de aula e transformar a escola tradicional na escola do futuro. Provendo aos seus alunos e professores experiências de aprendizado próximas das atividades cotidianas de lazer quando se tratando de ambiente virtual/digital.

David Sodré Lins





quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Por que ensinar programação na escola?



Foto: Shutterstock

As melhores ferramentas e as novidades sobre o uso das TIC na sala de aula


Muitos professores só de ouvirem falar em fazer uso das Tecnologias da Comunicação e Informação (TIC) já começam a suar frio. Agora imagine se a sugestão for ensinar programação? Antes que você pare de ler, adiantamos que o bicho não é tão feio quanto parece e – pasmem – em algumas situações você pode ensinar a programar sem ter que usar um computador.  Para perder o medo e ajudar a ter coragem para dar os primeiros passos no assunto, Charles Niza, mestre em engenharia da computação e consultor em tecnologias educacionais, responde algumas perguntas que muitos de vocês já devem ter feito sobre o assunto.
Por que ensinar programação na escola?
“O ensino de programação para crianças e adolescentes tem crescido exponencialmente no Brasil e no mundo. Além do surgimento de escolas especializadas, muitos colégios têm a proposta em suas atividades curriculares. O ensino de programação é importante porque estimula a criatividade, a autonomia e desenvolve o raciocínio lógico e a capacidade de resolução de problemas e trabalho em equipe, habilidades muito valorizadas no século 21.”
Como essa linguagem pode ajudar no ensino das diferentes disciplina?
“A programação pode estar nas escolas de diversas maneiras. É possível ensinar programação ou ensinar com programação. Em algumas escolas, ela faz parte da grade curricular como uma disciplina à parte. Em outras, como atividade complementar, realizada em oficinas no contraturno, geralmente uma ou duas vezes por semana. Há professores que utilizam a programação como ferramenta para trabalhar conteúdos e explorar determinados temas. Quando ensinada de forma contextualizada, a programação pode ser uma grande aliada no ensino das disciplinas básicas, como português e matemática. Um professor de matemática, por exemplo, pode utilizar a programação no estudo do espaço e das formas no campo da geometria e no estudo dos números e das operações no campo da aritmética. Enquanto um professor de língua portuguesa, por sua vez, pode utilizar a programação como ferramenta de suporte no processo de alfabetização e letramento. Independentemente da forma, o importante é que o ensino de programação nas escolas não seja visto como fim em si mesmo, mas como uma nova forma de expressão e principalmente, como uma maneira de aumentar a aproximação e o envolvimento do aluno com o conhecimento.”
Posso ensinar programação sem saber programar?
“Para ensinar programação para crianças, o professor não precisa ser programador ou especialista, basta ter afinidade com informática, interesse pelo tema e vontade de aprender. O primeiro passo é buscar conhecer e explorar ferramentas que foram desenvolvidas para o ensino de programação para crianças. Elas são simples e fáceis de serem aprendidas. Muitas delas são gratuitas e estão disponíveis em português. É o caso do Scratch. Com o ele, qualquer professor, mesmo sem conhecimento prévio, pode ensinar programação para crianças de forma simples e intuitiva. Por meio de blocos de comandos que se encaixam como se fossem peças de Lego, o Scratch permite a criação de jogos, animações e histórias interativas que podem ser facilmente disponibilizadas no site do projeto e compartilhadas com crianças de outras escolas. A ferramenta ajuda a dar forma à imaginação. Aí, o limite é a criatividade.”
Minha escola não tem muito acesso à tecnologia. Como faço?
“Existem diversas iniciativas que têm por objetivo facilitar a introdução do ensino de programação nas escolas. Muitos sites disponibilizam gratuitamente materiais de apoio com diversas atividades offline para estimular o desenvolvimento do raciocínio lógico e do pensamento computacional sem que seja necessário utilizar computadores ou depender de acesso à Internet. É o caso dos movimentos Programaê Code.org, que têm por objetivo desmistificar e democratizar o aprendizado de programação. Para isso, eles disponibilizam em seus sites uma série de atividades desplugadas, justamente para professores que desejam ensinar programação, mas, não dispõem de muito acesso à tecnologia nas escolas onde lecionam.”

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

http://tecciencia.ufba.br/isaquedesantana/tecciencia/imagem-1-.jpg
fonte: http://tecciencia.ufba.br/isaquedesantana/tecciencia/imagem-1-.jpg

Avaliação heurística da rede social educacional TecCiencia

Jean Rosa, Anna Friedericka Schwarzelmüller, Ecivaldo Matos. Departamento de Ciência da Computação da UFBA

As redes sociais virtuais tem tomado espaço no Brasil,deixando o país no topo dos índices de pesquisas de utilização dessas tecnologias. O TecCiencia tem como proposta ser um ambiente educacional baseado em redes sociais virtuais onde os alunos e professores constroem o conhecimento através da colaboração. Este artigo tem como objetivo apresentar a avaliação da qualidade da interação humano-computador do TecCiencia por meio da técnica de avaliação heurística proposta por Nielsen. Esse método foi escolhido por possuir sinergia com as heurísticas de ensino-aprendizagem.
Dentre os resultados, foram identificados problemas de usabilidade
que podem influenciar as interaçõe s pedagógicas e, consequentemente,
a aprendizagem. Essa avaliação apresentou subsídios para o redesign de
interação do ambiente.

Você pode conferir o artigo inteiro através desde link!

fonte: LDB DCC UFMG

Programa Onda Digital - UFBA

 http://mundodabiologia.com.br/wp-content/uploads/2012/03/onda-di.jpg

O Programa Onda Digital (POD) foi criado em 2004, sob a coordenação do Departamento de Ciência da Computação (DCC) do Instituto de Matemática, como um programa permanente de extensão da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Contribuir com a inclusão sociodigital na Bahia, envolvendo a Universidade em ações educativas e de difusão da filosofia do Software Livre.

Princípios e Valores

  1. Construção Coletiva
  2. Comprometimento
  3. Solidariedade
  4. Transparência
  5. Proatividade
  6. Respeito

Relevância na Extensão Acadêmica

O Programa Onda Digital atua de forma colaborativa, incentivando a interdisciplinaridade com o envolvimento de profissionais de computação, professores, funcionários e estudantes da UFBA de diferentes unidades de ensino da universidade atuando como estudantes-educadores. Para os estudantes da UFBA, espera-se proporcionar uma formação profissional integral, atentando para seu papel social e permeando diversas áreas do conhecimento como computação, educação, comunicação, entre outras. Além de promover ações educativas complementares, focando os aspectos pedagógicos e sociais, a participação no Programa Onda Digital estimula o aprimoramento técnico desse profissional, com uso e desenvolvimento de software livre.
As ações do Programa têm propiciado o desenvolvimento não somente de trabalhos de extensão, mas também de iniciação científica e de conclusão de curso em Computação e Educação, bem como nas áreas de Inclusão Digital e Informática na Educação. A integração de estudantes universitários com os jovens de comunidades em vulnerabilidade socioeconômica (alguns destes com bolsa de Iniciação Científica Júnior), para a execução dos projetos, permite a Universidade desenvolver seu papel de extensão quebrando a frieza das teorias, assim, edificando novos paradigmas na educação.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Projeto de Inclusão Digital à região de Cajazeiras

A região de Cajazeiras, localizada na parte periférica da cidade de Salvador, possui uma densidade populacional muito grande tornando o conjunto habitacional mais populoso da América Latina.
A região comporta muitas escolas de nível básico ao nível médio de ensino que compreende a uma grande parte da população da cidade.
Infelizmente a realidade da educação nessa região, assim como em outras regiões não muito privilegiadas da cidade, não é muito legal. Há falta de oportunidades para os jovens estudantes e para comunidade de maneira geral, quando se fala em recurso tecnológico.
Nesta era digital, em que todos estão conectados, ainda há quem não tenha a oportunidade de se conectar e, não só isso, de se profissionalizar em funções onde o conhecimento das tecnologias é fundamental para o desenvolvimento e para o mercado de trabalho.
Juntos nesta batalha, alguns alunos da Universidade Federal da Bahia traçam planos para criação de um novo projeto de qualificação profissional, com foco em tecnologia para suprir a demanda de profissionais da área nos laboratórios de informática, centros de pesquisa, e etc.
O NETI Cajazeiras - Núcleo de Ensino em Tecnologia da Informação de Cajazeiras e o NETInho voltado para crianças, assim como poderão ser chamado, trata-se de centros escolares com a função de profissionalizar alunos em turnos opostos às aulas com aulas de Informática Básica, Manutenção em Computadores e Notebooks, Suporte Técnico Exteno, Suporte Técnico Help Desk, Programação básica de computadores, Desenvolvimento de Sites, Uso Inteligente de Rede Sociais entre outros curso que são carentes de profissionais nos dias de hoje em nosso estado.
O objetivo do NETI também conta com serviço de apoio à comunidade em suporte técnico e mutirão de oficina das escolas em que os próprios alunos poderão aplicar o conhecimento adquirido realizando o conserto a manutenção e ensinando as boas práticas de uso.
O projeto ainda está em estudo e conta com o apoio de escolas da região. Se ocorrer tudo nos conformes entrará em vigor até o final do ano de 2016.
Os alunos buscam parceria com Colegiados de Cursos da UFBA e apoio dos professores engajados com a causa da inclusão social e digital para tornar a ideia a realidade e assim poder mudar a realidade dos milhares de jovens talentos escondidos por essa grande região tão afastada do centro de Salvador.

Escrito por: David Sodré
Revisado por: Tamires Alves

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016



O Movimento Nacional de Inclusão Digital e Participação Social (ID+PS) é um coletivo de ONGs e instituições sociais voltadas à difusão e desenvolvimento de políticas públicas sobre a inclusão tecnológica da população brasileira e formas alternativas de integração da sociedade com as decisões tomadas pelos governos.
O movimento é responsável pela organização da Oficina Nacional de Inclusão Digital e Participação Social, que nas suas últimas 12 edições reuniu mais de 10 mil ativistas de diversos lugares do país para em atividades práticas e teóricas sobre o tema.
Instituições que fazem parte do movimento:

Sabe o que eu acho?
-Temos a faca e o queijo na mão para apoiar os movimentos de inclusão digital. Para isso não precisa existir um centro destinado para este fim se for da nossa boa vontade podemos incentivar nossos parentes mais velhos  utilizar os meios tecnológicos para fazer tarefas simples como pagar contas! Não é bom poder usar o celular para pagar uma conta? Que tal ensinar seu tio ou tia ou vizinho que ele pode usar o celular não apenas para ligar, que é possível usar o terminal de auto atendimento? Pensem nisso!

Até a próxima postagem!

De volta com força total!

É isso ai pessoal!


Hoje estou reativando o blog utilizado a uns anos atrás com meus colegas da Ufba e tenho uma nova proposta de tá contribuindo com vocês com informações e conhecimento adquiridos por mim com relação a tecnologia e inclusão digital!
Vou continuar com novas postagens sobre essa minha área que eu amo de paixão <3<3<3 e espero que vcs gostem!
Este sou eu,
David Sodré Lins ou só DS para quem quiser... ou só Davi pra mainha e painho ou etc.. hahaha
Então segura que eu tô chegando até a próxima postagem!!